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"A mente que se abre a uma nova idéia jamais voltará ao seu tamanho original." Albert Einstein

sexta-feira, 14 de maio de 2010

Lendo e escrevendo em partições NTFS no Linux.

Fui vender meu peixe para um usuário de Windows e ele acabou aceitando fazer um teste com o Linux. Instalei em dual boot um Debian 5 Lenny-KDE customizado por mim mesmo, com tudo que tem direito e com sobras. Ele ficou impressionado com a leveza do sistema operacional, então fomos ver se podíamos acessar sua partição Windows como no Ubuntu que mostrei pra ele, mas ficamos só querendo. O Debian não acessou e tive que editar o arquivo /etc/fstab para que montasse a partição logo no boot, mas somente o usuário root conseguia acesso, matando qualquer tentativa do usuário comum fazer. No Ubuntu isso conseguimos fazer sem nenhuma dor de cabeça ou edição de arquivos, mas no Debian, seu pai, isso não é possível sem instalar as ferramentas necessárias.

A partir do Windows 2000 o sistema de arquivo adotado pela Microsoft foi o NTFS, que por ser do Windows, é proprietário e fechado para qualquer fuçador modificá-lo. As distribuições Linux antigas eram completamente incompatíveis na questão de escrita e leitura das partições em NTFS, hoje a coisa é mais fácil e sem fazer tantas gambiarras. Algumas distribuições já possuem nativamente suporte para esse formato, infelizmente o Debian 5 não possui, me fazendo pesquisar bastante a solução para ajudar tanto eu, na questão do aprendizado, quanto meu amigo com seu PC.

Descobri que há um driver que podemos instalar em nosso Linux, então ele monta a partição e ainda possibilita todos os usuários do PC acesso a ela, tanto para leitura e escrita. O ntfs-3g é um drive feito pela comunidade que fuça em Linux, possibilitando os sofredores do Windows ter acesso aos seus arquivos.

Primeiramente devemos fazer umas modificações em nosso sistema, para que ele fique redondo para depois usarmos o driver.

Carregando o módulo do fuse e instalando ntfs-3g

Abra um terminal como root e digite:

modprobe fuse


Depois temos que garantir que o fuse seja carregado na inicialização do sistema, então faça:

echo "fuse" >> /etc/modules

Com o comando acima, estamos escrevendo na ultima linha do
arquivo /etc/modules o comando que chama o fuse. Caso você queira abrir o arquivo e editar na unha faça:

kwrite /etc/modules

ou

vim /etc/modules

Faça do jeito que achar melhor, desde que o nome fuse fique no final do arquivo. Depois de editar o arquivo salve e vamos para o próximo passo.

Instalando o ntfs-3g

Vamos agora instalar as dependências necessárias para rodar o ntfs-3g, sendo assim, ainda como root, digite:

apt-get install libfuse2 fuse-utils

Depois instale o nosso ntfs-3g como o comando:

apt-get install ntfs-3g

Se fez tudo corretamente, seu sistema está pronto para montar dispositivos formatados em NTFS. Mas ainda temos criar o diretório referente a partição no diretório "media". Algumas distribuições montam esses dispositivos no diretório "mnt", vai depender de sua distribuição Linux. Estou me baseando nas distros com base Debian.

Quando montamos um dispositivo em Linux fazemos:


mount /dev/HD /media/HD

ou

mount /dev/pendrive /media/pendrive

Isso quando há um diretório /media/HD ou /media/pendrive, caso contrário temos que criar os diretórios na unha. Vou dar como exemplo do meu computador, que possui uma partição "Backup" formatada em NTFS, que no meu sistema é sdc5. Veja esquema abaixo?

nome label = Backup
partição = sdc5
Formato =NTFS

Para listar minhas partições usei o comando abaixo como root:

fdisk -l

Então achei minha partição NTFS assim:

Dispositivo Boot Start End Blocks Id System
/dev/sdc2 * 2 38913 312560640 f W95 Ext'd (LBA)
/dev/sdc5 2 38913 312560608+ 7 HPFS ou NTFS

Veja que minhas partição NTFS está definida como sdc5. Mas podia ser sdb2, sdc3 ou outra qualquer. Vou agora criar um diretório sdc5 em /media com o comando (usando root):

mkdir /media/sdc5



Agora já podemos usar o ntfs-3g para montar essa partição com o comando:

ntfs-3g -o umask=0,silent,locale=pt_BR.iso88591 /dev/sdc5 /media/sdc5

Traduzindo:
ntfs-3g = Driver usado na montagem

-o umask=0 = Todos os usuários do sistema terão acesso ao dispositivo
silent = remover mensagens de falhas de permissões de arquivos quando enviados para NTFS

locale=pt_BR.iso88591= Manter as acentuações e caracteres do pt_BR.
/dev/sdc5 /media/sdc5 = ponto de montagem do dispositivo

Com esse comando sua partição será montada e todos os usuários do sistema terão acesso de leitura e escrita. :)

Mas imagine que você não queira digitar esse comando a vida toda, preferindo que o arquivo seja montado na inicialização do sistema. Faça o seguinte:

Abra um terminal como root e digite(KDE):

kwrite /etc/fstab

ou digite (Gnome):

gedit /etc/fstab

Você vai abrir o arquivo de montagem de seus dispositivos, então cole no final o comando e salve:

/dev/sdc5 /media/sdc5 ntfs-3g silent,locale=pt_BR.iso88591,umask=0 0 0








Você vai ter sua partição NTFS já montada e pronta para usar. depois do boot . Mas você não quer que ela monte sozinha na inicialização do sistema? Então coloque o comando abaixo no final do arquivo:



/dev/sdc5 /media/ ntfs-3g noauto,silent,locale=pt_BR.iso88591,umask=0 0 0


Repare que há o parâmetro "noauto" nesse comando, que não monta sua partição de imediato, bastando apenas você montá-la com o comando correto. Simples.

Lembre-se que usei meu HD sdc5 para fazer essa pequeno post, devendo você identificar o seu e mudar para o seu. Espero que tenha ajudado.

Salve mestre
Morimoto!!!!















sábado, 8 de maio de 2010

Compilado seu sistema com o AP-BUILD

Nem deveria estar postando isso, afinal de contas, instalar programas em Linux é mais fácil que em Windows, mas tem gente que precisa aprender e saber as ferramentas no inicio da aprendizagem, estimulando a paixão pelo pinguim. Sou suspeito em escrever bons comentários para Linux, mas isso não vem ao caso. :)
Estava de olho em uma distro chamada Gentoo, porque seu gerenciador de "pacotes" baixa os códigos fontes e compila direto na máquina, fazendo com que os programas sejam modelados de acordo com seu hardware. A vantagem disso é o alto desempenho do sistema , se comparado com outras distros que usam pacotes pré-compilados. A desvantagem é que para compilar os programas pode demorar horas, afastando os que procuraram simplicidade.

Eu gosto de simplicidade, assim como gosto de desempenho, então uso em meu Ubuntu muitos programas compilados, deixando de lado muita coisa pré-compilada. Um bom exemplo é testar o navegador Firefox dos pacotes pré e depois testar ele compilado. Há muita diferença para os perceptíveis em desempenho. Outro software que só uso compilado é o Audacious, que praticamente inicia instantaneamente, sem ficar carregando como antes. A estabilidade dos programas instalados na compilação é muito superior, deixando o apt-get em uso só quando não há alternativas.

APT-BUILD

O apt-build é um gerenciador de pacotes no estilo portage do Gentoo, não muito competente, mas quebra o galho. Ele baixa os códigos fontes dos repositórios e suas dependências, compila e instala sem você precisar suar. Tem a sintaxe um pouco semelhante ao apt-get, mas fica só nas aparências, já que faz um trabalho mais cirúrgico com os programas.

Para instalar o apt-build faça o comando em um Terminal:

sudo apt-get install apt-build

Na instalação você terá que entrar com alguns dados:

Primeiro: Informar seu e-mail (apague todo o campo e escreva)

Segundo: Nível de otimização da compilação, que definirá a "intimidade" dos programas com seu Hardware. Há 3 níveis, definidos por:

Baixo: Programas são compilados mais rapidamente, mas isso implica na velocidade de execução dos programas compilados.

Médio: É a opção mais estável e Default, gerando programas mais rápidos e otimizados. O Mozila Firefox demorou em meu PC mais de 50 minutos para terminar a compilação e instalação. Vai depender muito do tamanho do programa. (Essa opção é a recomendada)

Forte: Aqui os programas são compilados mais próximos do nivel da máquina, mas há problemas de instabilidade de alguns softtwares nessa opção. Se tiver coragem de esperar a compilação... O Firefox demorou tanto que nem marquei o tempo.


Terceiro: Na próxima opção você terá que indicar o seu processador, tomando cuidado para não errar, porque implicará na execução dos programas.

Caso você queira mudar as informações manualmente depois da instalação vá em /etc/apt/apt-build.conf e edite o arquivo com as informações corretas.

Depois de instalado você terá que habilitar seus repositórios com códigos fontes, mas se eu não estou enganado, já vem habilitados por padrão. Mesmo assim não custa dar uma olhada e ver se está OK. Antes de começar a compilar as coisas, leia o aquivo README em /usr/share/doc/apt-build/README.Debian :)

Para usar o apt-buil é simples vejam:

apt-get update = Deixa os repositórios em ordem para começar

apt-build install nome_programa = instala um programa pelo código fonte.

apt-build install --reinstall nome_programa = Nem precisa dizer a função do comando

apt-build upgrade = atualiza os programas instalados

apt-build remove nome_programa = Esse remove um programa

apt-build clean-build = Apaga os pacotes já compilados

apt-build clean-sources = Apaga os códigos baixados

apt-build world = (recomendo depois da instalação do sistema) Se tiver coragem de compilar todo o seu sistema...aqui está o comando. O desenvolvedor recomenda não compilar o gcc entre outros. Leia os manuais com o comando man apt-buil e depois man gcc antes de fazer m!@## no seu sistema.

Antes de usar ele é melhor criarmos uma lista de tudo que há em nossa máquina, depois apagarmos os compiladores GCC e outros. Na net há lista de softwares que não podem ser compilados com esse comando. Vamos criar a lista com o comando:

dpkg --get-selections | awk '{if ($2 == "install") print $1}' > /etc/apt/apt-build.list

Depois vá até /etc/apt/apt-build.list e edite o arquivo, excluindo aquilo que não pode ser compilado. A melhor maneira de usar esse comando é na primeira instalação, quando o sistema está limpo, instale o apt-build, veja os repositórios se estão ok. Caso queira remover programas que não serão usados por você, sinta-se a vontade, porque o processo é muito demorado. No meu caso removi os jogos do Ubuntu e outros aplicativos que não uso.

Achei uma alternativa bem mais interessante que o apt-get, mas vai do gosto de cada um. As vezes esperar minutos ou horas para instalar um programa pode desanimar os menos exigentes. Mas o resultado final é um sistema rápido e mais estável que o normal.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Ubuntu Tweak - Só falta lavar e passar

Por: Renato Melo

Quando você quer um programa que grave seus CDs ou DVDs, a maneira mais fácil é vasculhar os sites de download escolher aquele que tem os melhores comentários. Isso vale para qualquer outro software em Windows, Mac OS X ou Linux. Mas, os tempos mudam e inovações aparecem para facilitar a vida dos menos...íntimos do computador. Nas distribuições mais modernas do Linux, o usuário nem precisa roubar (comprando programas piratas) e muito menos abrir o navegador para procurar um programa que grave seus discos ou outro qualquer.

Em muitas distribuições Linux existe o gerenciador de pacotes que baixa seu programa favorito e instala no conforto, basta apenas você "dizer" qual programa quer e no final estará com ele pronto para usar. Dificil? Então vou mostrar o Ubuntu Tweak, que serve como gerenciador de pacotes e ainda limpa seu sistema.


O Ubuntu Tweak é um software grátis que serve como canivete suíço, fazendo o papel de gerenciador de pacotes, gerenciador de configurações e pequenos ajustes que melhoram a aparência e performance do seu Ubuntu. Veja o site do projeto abaixo:

http://ubuntu-tweak.com/

Logo na página inicial há o link para baixar o arquivo de instalação já em formato de pacotes Debian.

Escolha a primeira opção e o programa será instalado sem maiores dificuldades. Lembrando que essa será uma das poucas vezes que você precisará usar seu navegador para baixar algum programa. :)

Apesar do Ubuntu já possuir uma interface gráfica para gerenciar pacotes, uma a mais é sempre bem vinda quando se trata de facilidade de uso. Vou fazer um breve comentário de algumas funções que achei muito interessante, sem prolongar muito a postagem. :)

Na tela de boas vindas do programa já diz um pouco de sua capacidade


Central de programas do Tweak

Na central de programas você pode escolher um programa de acordo com a categoria, seja ela Browsers (navegadores), Desktop, Multimídia e etc... Sem contar que há um ícone do programa e sua descrição em inglês (pra isso temos tradutores online). Quem curte música, filmes não fica de mãos vazias com o Ubuntu, porque o suporte para os formatos é muito grande.

Gerenciador de atualizações


Na opção Gerenciador de atualizações você pode ver as novas atualizações disponíveis nos repositórios, marque todas e clique em atualizar.

Limpeza de pacotes


Por mais que você desinstale um programa, ainda sim ficam resíduos de arquivos de configuração e outras tralhas que apenas lotam seu HD. No Tweak você faz uma faxina completa, faltando apenas lavar e passar.

Programas inicializados automaticamente

Quando você inicia seu computador muitos programas e serviços iniciam automaticamente, mas a maioria você nem usa de imediato, isso causa lentidão na inicialização e afogamento da memória RAM. Aqui você pode marcar ou desmarcar os serviços que serão carregados logo na inicialização do seu Ubuntu.

Configurações do gerenciador de janelas


Na opção acima você faz pequenos ajuste na aparência das janelas. Uma opção que eu nem pensei duas vezes foi marcar a opção "Estrutura dos botões da barra de título das janelas" para o lado direito. No Ubuntu 10.04 os botões da barra de título são do lado esquerdo.

Configurações dos ícones da Área de Trabalho



Quem usou Windows por muito tempo não esquece os ícones Meu computador, Lixeira e Meus Documentos na Área de Trabalho. Em Linux você pode deixar seu diretório Home, Meu Computador e Lixeira da mesma maneira que no velho Windows. É frescura, mas eu gosto, e daí!!!

Gerenciar Scripts



No gerenciador de scripts você pode adicionar mais scripts para agilizar tarefas simples de cópia de arquivos, conversão e etc... Quando você clicar com o botão direito do mouse aparecerá as opções. Se você clicar em uma foto em formato jpg, escolha a opção converter para png, então sua foto será convertida para esse formato. Na internet há centenas de scripts prontos.


O Tweak não é inovador e muito menos novidade, mas é um ótimo programa que facilita a vida de qualquer um, independente do grau de conhecimento no assunto.



segunda-feira, 3 de maio de 2010

Linux é do meu jeito!



Já se passou três anos, desde o primeiro dia em que coloquei minhas mãos em um sistema operacional chamado Ubuntu. Tudo começou em uma matéria no caderno de informática da Folha de São Paulo, onde havia uma página inteira dedicada ao Ubuntu 7.04, isso tudo em uma época em que as críticas ao Windows Vista estavam ainda fervilhando. Não que eu ache o Vista ruim, muito pelo contrário, achei um ótimo sistema operacional, apesar de usá-lo um ano depois em um computador de verdade (meu Pentium 3/866mhz com 256 RAM não servia nem para começar a instalação). Naquela época eu conhecia de Linux apenas o Conectiva e SuSe, mas apanhava tanto para dominar o sistema que amaldiçoava tudo e a todos.

Meus filmes e séries são obrigatórios no final de semana

Vendo aquela matéria na Folha eu fiquei muito curioso, afinal de contas, os caras estavam dizendo indiretamente que era um sistema operacional de gente grande. Ele possuía muitas características visuais interessantes e não destruía seu pobre Pentium 3/866Mhz como um urso feroz. Fiquei muito curioso, e por sorte, um amigo de faculdade tinha uma cópia e me fez mais Marketing sobre ele, me convencendo que aquilo era tão melhor quanto um sistema operacional proprietário.

No Ubuntu eu ouço minhas músicas, converso no Live Messenger, acesso a internet com segurança, assisto aos meus filmes, me divirto com meus emuladores de vídeo games e faço muitas coisas que a maioria pensa existir somente para Microsoft. Eu tenho o Windows 7 instalado em dual boot, afinal de contas, Linux ainda não é a plataforma para jogar os grandes lançamentos dos games. Mas isso é coisa que se esquece quando conseguimos dominar o Linux e perceber que suas vantagens ofuscam esses pequenos detalhes. Eu não jogo um game de PC tem mais ou menos uns dois meses, então se alguém me perguntar como é isso ou aquilo no Windows 7... eu não saberei dizer.

Windows 7 é considerado por muitos o melhor sistema operacional já feito pela Microsoft, mas isso não muda a idéia que tenho de...me sentir à-vontade. Eu me sinto satisfeito com Linux, da mesma maneira que outras pessoas só se sentem à-vontade com Windows ou Mac. É uma relação de confiança no produto, porque ele atende as minhas necessidades, sem ter a preocupação em pagar ou... Baixar (infelizmente isso acontece em todo o mundo) aquele piratão e sair procurando um crack para autenticá-lo. aff

Desktop do Ubuntu 10.04 lançado em 29/04/2010

A evolução do Linux é grande demais para simplesmente dizer que ele é ruim, porque ruim mesmo é como a informação sobre seu desenvolvimento e evoluções chegam até os usuários. Tem gente que torce o nariz para Linux, mas só usa seu Windows 7 para MSN e Orkut, ou seja, não utiliza praticamente nada de recursos do seu computador.

O Ubuntu é em minha opinião o melhor sistema operacional da atualidade, com recursos e suporte que fazem a diferença na hora de comparar com outras distribuições. Muitos possuem sua Distribuição Linux preferida, baseada na facilidade de uso, enquanto outros acham que as distribuições mais complexas são melhores por preservar a força do aprendizado. Cada grupo tem suas necessidades e se sentem a vontade com Linux, sabendo que por mais que um software proprietário seja lindo e fofinho, o bom e “velho” Linux encanta por ser seu e de sua maneira.


Minhas músicas tem seu espaço no meu Linux

Eu não me preocupo se o Linux não é famoso para as massas, sendo apenas um sistema para aqueles que gostam de informática ou estão por dentro das novidades. Creio que muita coisa precisa mudar para ele chagar ao povo atolado nos piratões do XP, Vista e 7. O importante é saber que há muitas escolhas, seja ela Ubuntu, SuSe, Fedora, Slackware e outro que seja para atender as nossas necessidades, sem precisar pagar ou roubar e usar sem autorização.